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Nos últimos tempos surgiu no mercado brasileiro um produto clareador para uso caseiro que pode ser comprado em supermercados e farmácias. Tal produto é disponibilizado na forma de fitas que devem ser adaptadas aos dentes e o seu uso é diário, por um determinado período de tempo.

Como profissional da área da Odontologia, me deparo com algumas questões e acredito que muitos destes questionamentos também devem ser feitos pelos pacientes: Ainda é necessário ir ao dentista para fazer o clareamento?

Todos, sem exceção, podem fazer clareamento dental? Os agentes clareadores são cosméticos, ou seja, devem ser vendidos em farmácias, supermercados, internet, etc. Um produto com custo significativamente menor é realmente tão eficaz quanto um tratamento realizado com indicação, planejamento e monitoramento profissional!?

Como especialista e professora na área da Dentística, ramo da odontologia que estuda diretamente todas as questões relacionadas a agentes e técnicas clareadoras, gostaria de esclarecer e discutir alguns pontos:

Primeiramente, nem todas as pessoas têm indicação para fazer o clareamento dental. Em alguns casos, o dentista avalia que o procedimento não é adequado para determinado paciente ou que há condições mais urgentes (cáries, gengivites, etc) que precisam ser tratadas antes do clareamento.

Nem sempre o paciente tem consciência destes problemas, uma vez que elas não são necessariamente acompanhados de sintomas, e somente um profissional qualificado é capaz de diagnosticá-los. A partir do momento em que é necessária uma avaliação para verificar a possibilidade ou não de se executar o procedimento, optar pela fita clareadora comprada em farmácias ou supermercados implicaria em ignorar a etapa de diagnóstico profissional, para indicação da técnica mais apropriada. Apenas um profissional graduado em Odontologia está apto a realizar esta avaliação.

O agente clareador existente no produto comercializado no Brasil (peróxido de hidrogênio a 10%, de acordo com as especificações do fabricante) é o mesmo utilizado na técnica do clareamento caseiro supervisionado. No entanto, o dentista poderá optar por outros tipos de agentes clareadores e diferentes concentrações. Além disso, na técnica do clareamento caseiro supervisionado pelo dentista este agente clareador é colocado em uma moldeira personalizada, ou seja, confeccionada após a moldagem das arcadas dentárias do paciente.

Dessa forma, é indiscutível a melhor acomodação do material, sem que haja extravasamento do mesmo para a gengiva, o que poderá provocar irritações. Além disso, haverá menor deglutição do produto, maior contato do mesmo com o esmalte dental e a possibilidade de aplicação em todos os dentes, o que não pode ser comparado à adaptação promovida pelas fitas clareadoras, que apresentam tamanho único para acomodação nos mais variados formatos e tamanhos nos dentes. As fitas clareadoras abrangem normalmente os dentes de canino a canino, ou seja, os seis dentes anteriores.

Os agentes clareadores têm como efeito adverso a sensibilidade dental durante o tratamento e esta sensibilidade varia de acordo com vários fatores que só um profissional qualificado poderá identificar para ajustar o tipo de técnica e a concentração do produto. É importante destacar que a ocorrência de extrema sensibilidade deve ser encarada com um alerta de agressão do agente clareador à polpa (tecido dentário responsável pela vascularização e inervação dentária).

Há ainda os casos de manchas mais severas que podem não responder aos agentes clareadores ou que demandem uma associação de técnicas de clareamento, para que tenhamos um resultado efetivo.

A literatura cientifica demonstra que as técnicas clareadoras são seguras e não promovem danos desde que sejam respeitadas questões como correta indicação e uso das mesmas. A autoaplicação sem supervisão profissional pode levar ao uso excessivo, pois se o produto é vendido livremente, uma pessoa desinformada poderá utilizá-lo rotineiramente.

Ainda que existam, de fato, estudos científicos avaliando a efetividade e a segurança do uso de fitas clareadoras, em todas estas pesquisas protocolos preliminares foram estabelecidos e o acompanhamento profissional foi imprescindível. A principal questão associada a toda essa discussão é: o que está em jogo não é a capacidade do produto em promover o clareamento, mas sim o risco da sua utilização sem a orientação e o acompanhamento profissional.

Esteja atento, o clareamento dental não é um procedimento cosmético, mas sim um procedimento da área da saúde. Consulte um dentista qualificado e tire todas as suas dúvidas.

O que são laminados “Lente de Contato”?

Atualmente, as facetas (recobrimento artificial da porção anterior dos dentes) confeccionada em cerâmica podem apresentar espessuras tão reduzidas (0,2 a 0,3mm) que passam a ser chamadas de “lentes de contato dentais” como uma analogia à espessura das lentes de contato oculares. A técnica demanda adequações ou no mínimo o desgastes do esmalte dental e corrige alterações sutis de forma e posicionamento, reabilitando ou harmonizando esteticamente o sorriso.

Os laminados “lente de contato”, quando comparados às facetas tradicionais e coroas totais (recobrimento artificial completo da porção dos dentes visível na boca), representam uma técnica que permite uma melhor conservação das estruturas dentárias. Todavia, há que se considerar que um pequeno preparo dental é requerido.

A técnica apresenta indicações bastante especificas: pessoas que apresentam espaços entre os dentes, superfícies do esmalte dentário com irregularidades, falta de volume dentário ou dentes com forma anatômica anômala. Adicionalmente, os dentes não devem apresentar alterações severas de cor e os pacientes não devem apresentar nenhum problema de oclusão ou disfunção da articulação têmporo-mandibular (ATM). Crianças e adolescentes também não devem ser submetidos à técnica, pois é preciso aguardar o término do crescimento facial.

Os laminados do tipo “lente de contato dental” têm grande capacidade de adesão ao dente, sendo fixados ao esmalte com o auxílio de um cimento resinoso. As pesquisas demonstram que, depois de fixadas, as  facetas adquirem resistência ao desgaste parecida com a do esmalte dental, apresentando durabilidade aproximada de dez anos.

Esta durabilidade estimada pelas pesquisas poderá ser maior ou menor, dependendo de fatores como a correta indicação e execução clínica, além dos cuidados e hábitos do paciente. Pacientes que fumam ou têm o hábito de ingerir com muita frequência bebidas como café, vinho tinto e chás, dentre outras que contenham quantidade significativa de corante, precisam estar atentos, pois, apesar de a cerâmica apresentar estabilidade de cor, tanto o dente quanto o cimento que cola a faceta aos dentes estão sujeitos a alterações de cor com o passar do tempo.

Assim, considero a técnica efetiva e com excelentes resultados, desde que haja uma correta indicação, a qual é normalmente bastante específica e apresenta algumas restrições. Além disso, é importante considerar que, mesmo sendo uma técnica minimamente invasiva aos tecidos dentários sadios, é necessário algum tipo de adequação ou preparo do esmalte dental. Também há a possibilidade, a médio e longo prazo, de infiltração no cimento que é utilizado para a colagem das facetas. Outro fator a ser considerado é que a adesão ao esmalte é resistente e, se houver a necessidade de remoção do laminado, pode haver algum tipo de dano ao esmalte dental.

Consulte um especialista em dentística para que seja avaliado se há indicação para confecção dos laminados tipo “lentes de contato” e, em caso de indicação, que possam ser discutidos os prós e contras da técnica.

 


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Não existem evidências científicas que determinem riscos ou a segurança do uso dos agentes clareadores, seja pela técnica caseira ou de consultório, durante a gravidez. Portanto, como não há evidências sobre a possibilidade dos peróxidos de hidrogênio e carbamida (agentes responsáveis pela ação clareadora) interferirem no desenvolvimento do bebê, não é recomendado que a grávida se submeta ao clareamento. Inclusive, não há recomendação também para o período em que a mamãe esteja amamentando, justamente pela mesma falta de evidências científicas que identifiquem riscos ou segurança no uso.

Sendo assim, se há suspeita de que a paciente esteja grávida, se está no período gestacional ou no período de amamentação, é prudente que não seja realizado qualquer método ou técnica de clareamento para que esteja assegurado o desenvolvimento saudável do bebê. Depois do período de amamentação, após avaliação profissional criteriosa. Durante estes períodos em que a mamãe não pode realizar o clareamento, é fundamental a manutenção da saúde bucal com visitas periódicas ao dentista, pois uma simples limpeza profissional (profilaxia) poderá ser suficiente para deixar o sorriso branquinho e sem manchas.

Esperamos que as informações aqui discutidas estejam sendo úteis. Ainda há tempo para enviar dúvidas ou até mesmo a sugestão de outros pontos ainda não abordados nesta série. Até a próxima!


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Existe relação entre os hábitos alimentares, a prática de esportes e a saúde bucal sem que necessariamente estejamos falando sobre a cárie? Sim, existe esta relação e vamos falar um pouco sobre as lesões não cariosas (LNC). Estas LNC envolvem a perda dos tecidos duros dentários (esmalte e dentina), especialmente o esmalte, e apresentam causas variadas.

Dentre as LNC, vamos conversar mais detalhadamente sobre a erosão do esmalte e a saúde bucal. Na Odontologia, o termo erosão está relacionado à perda do esmalte dentário ocasionada por agentes ácidos. Na verdade, os ácidos, por si só, não são capazes de promover esta perda do esmalte, mas sim responsáveis por um processo de perda mineral (desmineralização). Uma vez desmineralizado, este esmalte torna-se enfraquecido e extremamente susceptível a desgastes provocados pela escovação ou mastigação de alimentos duros, por exemplo.

Os ácidos responsáveis pela erosão têm origens variadas. O ácido clorídrico estomacal é o único de origem intrínseca, ou seja, proveniente do próprio organismo e chega à boca se há episódios de vômitos ou regurgitações. Os ácidos de origem extrínseca podem ser provenientes de medicamentos (vitamina C, aspirina) ou da dieta. Desta forma, os ácidos atuam como agentes agressores da estrutura dentária. Por outro lado, a saliva exerce função protetora destas estruturas por atuar como agente remineralizador e neutralizador do pH.

Observa-se que os indivíduos com estilo de vida mais saudável podem apresentar maior propensão ao desenvolvimento da erosão do esmalte. Afinal, há o consumo frequente de uma dieta rica em frutas, alimentos fibrosos, saladas temperadas com vinagres ou limão etc. Neste caso, claro que não podemos desestimular o consumo desta alimentação saudável, mas é necessária a orientação para o consumo racional das substâncias ácidas, consideradas potencialmente erosivas para auxiliar na saúde bucal.  Outro detalhe interessante é que indivíduos que apresentam lesões erosivas costumam ser exímios escovadores.

Segundo Garone Filho & Silva (2008), 75% dos indivíduos que seguem uma dieta vegetariana apresentam erosão, pois os vegetarianos costumam fracionar a sua dieta em várias refeições ao dia, com alimentação à base de frutas cítricas e silvestres, alimentos fibrosos e duros (abrasivos). Os alimentos abrasivos são aqueles que exigem mais do ato de mastigar, como por exemplo, cenoura crua, rabanete, castanhas, granolas, pães muito fibrosos etc.

Claro que se deve estimular a ingestão de alimentos saudáveis para ajudar na saúde bucal, mas algumas dicas podem ajudar o consumo racional destes alimentos para evitar lesões erosivas. Assim, deve-se evitar o consumo ao mesmo tempo de um alimento abrasivo (áspero e duro) após a ingestão de alimentos ácidos ou consumir este alimento abrasivo antes do alimento ácido, por exemplo. Outra questão a ser considerada é que a escovação logo após a ingestão de algum alimento ácido não é indicada. Deve-se aguardar um período de até 30 minutos para que a saliva exerça naturalmente o seu papel protetor e a ação conjunta das cerdas da escova + os abrasivos presentes no creme dental + o agente ácido não atuem negativamente sobre os dentes por ação erosiva /abrasiva.

Ainda dentro do contexto do estilo de vida saudável, as atividades físicas provocam desidratação e redução do fluxo salivar. A associação baixo fluxo salivar e a necessidade natural da ingestão de líquidos cria uma condição favorável para o desenvolvimento de lesões erosivas, caso o esportista opte por bebidas ácidas.

O pH considerado crítico para desmineralização do esmalte dentário é 5.5, assim, a maioria dos sucos, bebidas esportivas, refrigerantes, alguns chás e os vinagres pertencem à categoria dos alimentos com potencial erosivo. Porém, não podemos esquecer que os produtos com pH baixo poderão ter maior ou menor potencial erosivo em função da concentração de cálcio, flúor e fosfato na saliva, no alimento ou no dente. Por exemplo, o iogurte é um alimento com pH ácido, mas não é erosivo porque apresenta grande quantidade de cálcio e fosfato.

Dentre os sucos de frutas naturais, o de limão é o de maior potencial erosivo. Com relação aos sucos ou chás industrializados, ainda há que se considerar a adição dos acidulantes. Uma maneira de diminuir ou mesmo anular o efeito erosivo de um suco pode ser misturar a fruta ácida a outra não ácida como o mamão ou abacate, ou ainda adicionar a fruta uma bebida naturalmente protetora como a soja ou derivados do leite. Ainda, o consumo da própria fruta, ao invés do suco, reduz o risco de erosão.

As águas aromatizadas merecem atenção redobrada, pois apresentam na sua composição o ácido cítrico. Os refrigerantes são também bebidas potencialmente erosivas (pH entre 2.5 e 3.5), mas aqueles à base de cola são ainda mais erosivos que os guaranás. Os chás prontos industrializados, por possuírem conservantes, dentre eles o ácido cítrico, apresentam pH elevado e são consideradas também bebidas com potencial erosivo.

As bebidas esportivas ou isotônicos são, na sua maioria, altamente erosivas. Neste caso, reforço o agravante de que a desidratação que ocorre durante os exercícios físicos leva à diminuição da salivação. Fazendo com que os dentes se tornem mais susceptíveis ao efeito erosivo. Um repositor natural interessante para atividades esportivas de intensidade leve a moderada é a água de coco por ser rica em água e sais minerais e livre do efeito erosivo.

Considerando ainda a prática de esportes, observa-se que atletas da natação que treinam em piscinas tratadas com cloro podem apresentar erosão do esmalte. Assim, o pH da piscina deverá ser verificado e ajustado diariamente com o objetivo de ficar em torno de 7.5, pois quando o cloro entra em contato com a água é formado o ácido clorídrico, potencialmente erosivo.

O objetivo não é abandonar os hábitos de vida saudável, o que interessa nestes casos é estar bem informado para que a alimentação saudável e a prática de atividades esportivas estejam associadas à prevenção de problemas bucais que possam estar correlacionados ao estilo de vida saudável.

Simone Xavier Silva Costa

CRO-SC 10.044

Doutora em Dentística Restauradora

Professora do curso de Odontologia da UNISUL

Especialista em Dentística Restauradora na Vitaclass Clínica Integrada de Saúde


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É comum no período da adolescência uma preocupação com a estética em geral, o que inclui o desejo de ter um sorriso com dentes brancos e bem alinhados. Neste contexto, surge o desejo de por clarear os dentes e os pais ou responsáveis podem ter algumas dúvidas:

A partir de quantos anos o clareamento é indicado?

O clareamento está indicado de forma segura a partir dos 15 anos de idade. A razão para este cuidado é que normalmente a polpa dentária (tecido responsável pela vascularização e inervação dos dentes) é mais volumosa por pacientes jovens. Assim, o agente clareador pode atingir mais facilmente este tecido e promover alterações de natureza inflamatória.

Qual a técnica de clareamento é mais apropriada nesta etapa da vida?

O clareamento caseiro supervisionado é a técnica indicada na adolescência, pois nela é possível a utilização das menores concentrações dos agentes clareadores, bem como regular os tempos de uso. Nesta técnica é feita uma moldagem dos dentes e sobre um modelo de gesso é confeccionada uma placa de acetato personalizada que o paciente utilizará diariamente com o gel clareador selecionado. O tempo total para obtenção do resultado completo é de aproximadamente 01 mês.

Há risco de danos aos dentes?

Desde que o clareamento dental esteja bem indicado e personalizado para as condições individuais de cada paciente, ou seja, sob acompanhamento profissional, trata-se de uma técnica segura e com eficácia comprovada cientificamente. Esta técnica não é definitiva, sendo necessária a manutenção ou o reclareamento, respeitando um intervalo mínimo de 01 ano e meio entre um clareamento e outro.


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É dia de cuidar dos dentes e você está procurando por alguns dentistas que usam sedação, certo? Sabemos que só de pensar em ficar horas naquela cadeira, com aquele motorzinho arrepiando até a espinha, dá vontade de desistir. Mas, antes de se arriscar a ter um problema evitando tratamentos mais complexos, saiba que existem soluções e dentistas que usam sedação para amenizar o mal-estar ocasionado por alguns procedimentos.

Muitas vezes o medo é adquirido por causa de uma experiência ruim. O que importa é respeitarmos isso e desenvolvermos uma forma de deixar o paciente mais confortável, para que, além dos procedimentos em si, ele se sinta bem para frequentar o dentista, sempre pensando na odontologia preventiva.

Alguns dentistas que usam sedação, como os profissionais aqui da VitaClass Clínica, afirmam que existem procedimentos que facilitam e diminuem o desconforto. Conheça a seguir alguns deles:

– Sedação com óxido nitroso: O ÓXIDO NITROSO, mais conhecido como gás do riso, elimina progressivamente a ansiedade e o medo, aumentando a autoconfiança. Induz a uma sensação de relaxamento durante o procedimento clínico. Nesse método, o paciente inala o óxido nitroso por meio de uma máscara, permitindo que fique mais relaxado, sem que perca a consciência e possa reagir aos estímulos. Ao final da consulta, o paciente fica cinco minutos no oxigênio e volta totalmente ao seu estado consciente. Este procedimento é muito indicado pelos dentistas que usam sedação.

– Sedação medicamentosa: VIA ORAL, que consiste na administração de um ou mais medicamentos, os quais causam alterações nos níveis de consciência, motricidade e parâmetros fisiológicos do paciente, sendo que o nível de sedação alcançada em cada indivíduo depende do fármaco, da dose e da sensibilidade individual ao medicamento. Ao final da consulta, o paciente fica em observação até que seu nível de consciência volte à normalidade.

– Sedação medicamentosa: VIA ENDOVENOSA, que consiste na administração de um ou mais medicamentos, os quais causam alterações nos níveis de consciência, motricidade e parâmetros fisiológicos do paciente, sendo conduzida por um médico anestesista que irá avaliar o paciente previamente e monitorar ao longo de todo o procedimento.

As sedações são realizadas tanto em crianças quanto em adultos. O tipo e o nível de sedação vão depender da necessidade de cada paciente e os dentistas que usam sedação são totalmente aptos para indicar o procedimento mais indicado para cada tipo de paciente.

É importante você pesquisar e agendar consultas com dentistas que usam sedação antes de realizar o procedimento. Converse com o profissional e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Aqui na VitaClass Clínica temos profissionais especializados em sedação na odontologia pronto para lhe atender. Entre em contato e acabe hoje mesmo com o medo de ir ao dentista!

Se você gostou do nosso artigo sobre dentistas que usam sedação, não deixe de enviar para um amigo que tem medo de dentista. E compartilhe também em suas redes sociais. Nos vemos em breve!


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Antes de saber se a DTM tem cura, é importante você conhecer um pouco mais sobre o assunto. A Disfunção Temporomandibular (DTM) é definida como distúrbios que envolvem os músculos da mastigação, a Articulação Temporomandibular (ATM) e estruturas associadas. Ela é relativamente comum na população, pelo menos de 37% á 68% das pessoas apresentam ao menos um sinal ou sintoma de DTM. Entretanto, verifica-se que a necessidade de tratamento na população adulta é estimada em 15%. Isso porque algumas pessoas apresentam sinais de DTM que podem ser considerados somente uma variação do estado normal, porém não são dolorosas. 

DTM tem cura? Quais são as causas da DTM? A DTM é multifatorial, sendo assim não existe uma única causa para que ela aconteça. Existem fatores que podem desencadear, perpetuar e contribuir para que a dor e disfunção se apresente.  Alguns desses fatores são: anatomia, trauma, hábitos como mastigar chicletes, roer unhas e etc., predisposição genética, doenças sistêmicas como fibromialgia, artrite e etc., genética, problemas psicológicos, e também o bruxismo/apertamento. Quer saber se a DTM tem cura? Continue lendo.

DTM tem cura? Será que má-oclusão ou dentes tortos causam DTM? Antigamente, acreditava-se que sinais e sintomas de DTM eram causados pela má posição dentária, hoje, os estudos mostram que o papel da má oclusão na DTM é muito pequena, mas isso não quer dizer que pacientes que tenham má-oclusão não devem tratá-la.

Um estudo com acompanhamento de pacientes durante vinte anos concluiu que problemas ortodônticos não são nem a causa nem a consequência de DTM/DOF. Sendo assim, aparelhos ortodônticos e/ou ortopédicos não são indicados para a prevenção e tratamento de DTM/DOF. 

DTM tem cura? O que o paciente com DTM pode sentir? O paciente com DTM pode sentir desde uma dor na região da face e piora da dor com o ato de mastigar e deglutir, limitação ou travamento de movimentação da mandíbula, cansaço nos músculos da face dor irradiada para cabeça, ouvido, e dentes, ruídos articulares como estalos e barulho de areia perto do ouvido. Por isso muitas pessoas perguntam se DTM tem cura.

DTM tem cura? As crianças podem ter DTM? 

Sim, crianças e adolescentes também podem desenvolver sinais e sintomas de DTM, porém é mais raro nessa faixa etária. Há estudos que mostram que 35% das crianças possuem pelo menos um sinal ou sintoma de DTM. As suas possíveis causas normalmente estão relacionadas a fatores psicológicos e sociais, traumas e hábitos como o bruxismo e apertamento (que é mais comum nas crianças do que em adultos), roer unhas, morder objetos, mascar chicletes e etc. O tratamento e controle da DTM em crianças normalmente é realizado por meio de procedimentos minimamente invasivos. 

E finalmente, será que DTM tem cura? A verdade é que a maioria das DTM’s não tem cura, porém elas podem ser controladas e os sintomas tratados. O tratamento por um método conservador é na maioria dos casos o de primeira escolha, pois normalmente são suficientes para alcançar resultados positivos. Alguns deles são: uso de terapias manuais – exercícios de fisioterapia, orientações de hábitos e auto cuidado, modificação de comportamentos, placas oclusais, medicação, acupuntura, laserterapia, agulhamento e viscossuplementação.  

Bruxismo e DTM/DOF são a mesma coisa? Apesar de muita gente achar que é a mesma coisa, não, bruxismo e DTM são coisas diferentes. Uma coisa é o movimento da mandíbula e outra coisa é DTM, que é o nome dado a uma condição clínica (doença). O bruxismo muitas vezes é visto como uma importante causa de DTM/DOF, embora isso não ocorra em todos os casos. Nem todo o paciente que tem bruxismo apresenta DTM/DOF e nem todo paciente com DTM/DOF tem bruxismo associado.

EXTRA: Agora que você sabe exatamente o que é DTM e que DTM tem cura, conheça também alguns mitos e verdades sobre Disfunção Temporomandibular:

  • É verdade que as mulheres, em geral, são mais afetadas?

Verdade! As mulheres em idade fértil são um dos grupos que estão mais sujeitos ao desenvolvimento da DTM. Mas vale ressaltar que o transtorno também atinge homens, crianças e mulheres de todas as idades. Inclusive, casos de DTM em adolescentes estão cada vez maiores.

  • O processo cirúrgico é a única solução para cura da DTM?

Como falamos anteriormente, é mito! A cirurgia é recomendada apenas nos casos mais graves da Disfunção Temporomandibular. Para ter um diagnóstico preciso, é indispensável procurar um especialista na área.

  • Um estilo de vida mais ajustado é um dos principais meios para combater a DTM?

Verdade! Como os fatores associados à DTM são hábitos parafuncionais ou resultado do estresse, manter um estilo de vida saudável é uma das melhores maneiras de prevenir o transtorno. Lembre-se sempre de corrigir a postura e inclua terapia e exercícios físicos na sua rotina. O bem-estar do corpo também é importante para um sorriso saudável.

Você tem mais alguma dúvida se DTM tem cura? Mande para gente e não esqueça de compartilhar o artigo nas redes sociais. Nos vemos em breve.

 


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maio 24, 2019 VitaclassOdontologia0

É dia de ir ao dentista. Só de pensar em ficar horas naquela cadeira ouvindo o motorzinho que arrepia até a espinha dá vontade de desistir. Mas antes de se arriscar a ter um problema mais sério que exige um tratamento mais complexo, saiba que existem soluções para amenizar o mal-estar dos procedimentos.

Muitas vezes o medo é adquirido por causa de uma experiência ruim. O que importa é respeitarmos isso e desenvolvermos uma forma de deixar o paciente mais confortável, para que, além dos procedimentos em si, ele se sinta bem para frequentar o dentista, sempre pensando na odontologia preventiva.


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Seu filho não gosta de ir ao dentista? Saiba como o atendimento com um especialista na área pode ajudar na superação desse medo.

A ida ao dentista ainda deixa muitos adultos nervosos, seja pelo barulho da broca ou pelo medo da anestesia. O consultório odontológico ainda é evitado por muitas pessoas, e esse medo pode ser passado para as crianças. Mas será que ainda temos motivos para temer as visitas ao dentista?


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abril 22, 2019 VitaclassProtesista0

Você já deve ter ouvido falar que o sorriso é a moldura do rosto. De fato, a boca é provavelmente uma das primeiras coisas que notamos em uma pessoa, e, quando o sorriso é bonito, faz  naturalmente parecer mais simpática e receptiva. Sabemos que quem perdeu um ou mais dentes fica mais tímido e constrangido em sorrir, já que é um problema que afeta também a auto-estima. Não bastasse isso, a falta de uma dentição funcional pode prejudicar a fala e a alimentação.


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