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outubro 1, 2021 VitaclassUncategorized0

Antes de falar sobre a DTM, é preciso entender que parte do rosto ela afeta – a Articulação Temporomandibular (ATM). “É o nome da articulação que fica próxima ao ouvido, bilateral, que liga conecta o osso temporal à mandíbula”, explica o Dr. Diego. “Além de ossos, esta articulação é composta de ligamentos, menisco e musculatura.” A ATM comanda todos os movimentos da mandíbula – também chamada de maxilar inferior – incluindo comer, falar e mastigar. Por isso, mesmo sendo pequena, ela é uma das partes mais complexas do corpo humano.

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Dores de cabeça, nos músculos da face, principalmente nos músculos da mastigação, diminuição da amplitude dos movimentos da mandíbula, episódios de “travamento”, desvios e ruídos nas articulações temporomandibulares, são manifestações comuns nos casos de DTM – disfunção temporomandibular.

Por tratar-se normalmente de um problema que apresenta mais de uma causa, ou várias, é necessário que haja uma equipe atuando de forma interdisciplinar. Equipe essa composta por dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, médico e psicólogo.

Leia também: DTM tem cura? Saiba o que é a Disfunção Temporomandibular (DTM)

O Fonoaudiólogo especialista em Motricidade Orofacial é o profissional responsável por identificar e tratar o distúrbio miofuncional orofacial, definindo estratégias terapêuticas para recuperação dos movimentos mandibulares, postura da mandíbula, dos lábios e da língua e para a reabilitação das funções orofaciais, como a mastigação, a deglutição e a fala.

Para saber mais, continue por aqui em nosso blog. Lembrando sempre que temos uma equipe especializada para cuidar de você aqui na VitaClass Clínica. Até mais!


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setembro 20, 2021 VitaclassUncategorized0

Os traumas são a terceira causa de morte no Brasil, e o trauma na face um dos mais comuns, afetando entre 5% e 8% desses pacientes. Os mais acometidos são jovens, geralmente devido aos efeitos de sua energia.

O problema pode ser um simples ferimento, como uma lesão no tecido mole ou nos dentes, mas pode ainda envolver questões mais graves, como aquelas que afetam a mandíbula, a maxila, o nariz, o osso zigomático e a órbita.

Acidentes de trânsito, quedas, agressões físicas, acidentes com arma de fogo, entre outros, podem causar traumas e fraturas em diversas partes do corpo, inclusive na face.

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Os traumas de face podem prejudicar as funções orofaciais, mais comumente as funções de mastigação, deglutição e fala, em decorrência de lesões na musculatura do rosto, dentes e ossos da maxila e mandíbula. Pode ainda ocorrer alteração na amplitude dos movimentos mandibulares, como na abertura e lateralidade, e alterações no funcionamento da articulação temporomandibular.

O tratamento ao paciente que sofreu um trauma de face é multidisciplinar e especializado.
O objetivo da terapia fonoaudiológica é acelerar o processo de recuperação, reabilitar as funções orofaciais de mastigação, deglutição, respiração e fala, reabilitar e reorganizar a musculatura orofacial buscando equilíbrio funcional e estético e minimizar ou eliminar possíveis sequelas.

Se você gostou do nosso conteúdo, não deixe de ler outros artigos em nosso blog. Em casa de dúvidas, procure um profissional da sua confiança. Aqui na VitaClass Clínica temos uma equipe especializada e preparada para lhe atender. Até a próxima!


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agosto 11, 2021 VitaclassUncategorized0

Já falamos anteriormente que é preciso passar por uma revisão criteriosa do estado de saúde bucal antes de iniciar o clareamento e, naturalmente, ser acompanhado por um profissional qualificado durante todo o tratamento.

Existem basicamente duas técnicas que podem ser selecionadas para clarear os dentes vitais (aqueles que não possuem tratamento de canal): o clareamento caseiro e o clareamento de consultório. Muitas vezes é possível também associar estas duas técnicas. Além do clareamento para dentes vitais, é possível clarear dentes submetidos ao tratamento de canal e que ficaram escurecidos.

Revisando as técnicas de clareamento para dentes vitais, no clareamento caseiro o dentista faz uma moldagem das arcadas dentárias do paciente e confecciona uma placa personalizada de acetato. É nesta placa que diariamente será colocada uma pequena quantidade de gel clareador e o paciente fará uso da mesma por um tempo que varia de 30 minutos a 2 horas (de acordo com as orientações do profissional). No início, a técnica caseira preconizava o uso durante o sono, mas hoje já foi definido que não é necessário o uso por tantas horas, pois a liberação do oxigênio (agente responsável pela degradação dos pigmentos nos dentes) após 4h é praticamente inexistente. A cada semana ou a cada quinze dias o paciente passará por consultas de avaliação para acompanhamento e ajustes de acordo com a evolução do tratamento. O tratamento completo durará em média 30 dias.

No clareamento de consultório, o gel clareador é aplicado pelo dentista e apresenta concentração mais elevada que aquela empregada no clareamento caseiro. Na sessão de consultório o dentista protegerá lábios, língua e gengiva durante a aplicação do gel e esta sessão dura aproximadamente 1h. É importante ressaltar que são necessárias de 4 a 5 sessões para ser atingido o máximo de branqueamento dos dentes, portanto, mesmo que numa sessão já seja percebido o clareamento é interessante a realização de todas as sessões para que haja maior estabilidade do resultado obtido.

Na técnica de consultório o gel selecionado poderá ser ativado por algum tipo de luz (LED ou laser), apesar de que pesquisas científicas demonstram não haver diferenças significativas nos resultados finais de branqueamento quando o gel é ativado por algum tipo de energia luminosa. Nestas pesquisas, os autores até alertam para o fato
de que pode haver aquecimento dos dentes ao empregar luz, o que pode ser danoso à polpa (tecido vascular e nervoso dos dentes).

Com relação ao resultado final obtido não são observadas diferenças entre as técnicas de clareamento que descrevi aqui. Assim, o dentista definirá a técnica de acordo com as particularidades de cada caso e o perfil do paciente.

No caso dos dentes escurecidos por tratamento de canal, primeiramente o dentista fará uma radiografia para verificar as condições deste tratamento de canal. Ao verificar boas condições do tratamento, duas técnicas poderão ser empregadas: o clareamento interno ou o externo.

No caso do clareamento interno, o acesso por onde foi realizado o tratamento de canal será novamente aberto para colocação do gel clareador internamente no dente por algumas sessões (04 a 05, geralmente). No caso do clareamento externo, o gel clareador é aplicado externamente sobre o dente escurecido também por 04 a 05 sessões.

É importante ressaltar que o resultado final será mais positivo nos casos de escurecimentos mais brandos ou nos casos em que o tratamento de canal não é tão antigo, apesar de que o resultado final não é tão previsível assim. Outra consideração importante nestes casos é que, assim como para o clareamento de dentes vitais, o clareamento dos dentes tratados por canal também não é definitivo. De tempos em tempos será necessário o reclareamento deste dente.

Em alguns casos, não é indicado fazer o clareamento dos dentes tratados por canal porque há restaurações muito extensas ou quando há o risco da ocorrência de reabsorções dos dentes. Apenas um dentista poderá avaliar cada caso e saber se é possível ou não executar a técnica.

É importante você pesquisar e agendar consultas com dentistas antes de realizar o procedimento. Converse com o profissional e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Aqui na VitaClass Clínica temos profissionais especializados prontos para lhe atender. Entre em contato e saiba mais.

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Nos últimos tempos surgiu no mercado brasileiro um produto clareador para uso caseiro que pode ser comprado em supermercados e farmácias. Tal produto é disponibilizado na forma de fitas que devem ser adaptadas aos dentes e o seu uso é diário, por um determinado período de tempo.

Como profissional da área da Odontologia, me deparo com algumas questões e acredito que muitos destes questionamentos também devem ser feitos pelos pacientes: Ainda é necessário ir ao dentista para fazer o clareamento?

Todos, sem exceção, podem fazer clareamento dental? Os agentes clareadores são cosméticos, ou seja, devem ser vendidos em farmácias, supermercados, internet, etc. Um produto com custo significativamente menor é realmente tão eficaz quanto um tratamento realizado com indicação, planejamento e monitoramento profissional!?

Como especialista e professora na área da Dentística, ramo da odontologia que estuda diretamente todas as questões relacionadas a agentes e técnicas clareadoras, gostaria de esclarecer e discutir alguns pontos:

Primeiramente, nem todas as pessoas têm indicação para fazer o clareamento dental. Em alguns casos, o dentista avalia que o procedimento não é adequado para determinado paciente ou que há condições mais urgentes (cáries, gengivites, etc) que precisam ser tratadas antes do clareamento.

Nem sempre o paciente tem consciência destes problemas, uma vez que elas não são necessariamente acompanhados de sintomas, e somente um profissional qualificado é capaz de diagnosticá-los. A partir do momento em que é necessária uma avaliação para verificar a possibilidade ou não de se executar o procedimento, optar pela fita clareadora comprada em farmácias ou supermercados implicaria em ignorar a etapa de diagnóstico profissional, para indicação da técnica mais apropriada. Apenas um profissional graduado em Odontologia está apto a realizar esta avaliação.

O agente clareador existente no produto comercializado no Brasil (peróxido de hidrogênio a 10%, de acordo com as especificações do fabricante) é o mesmo utilizado na técnica do clareamento caseiro supervisionado. No entanto, o dentista poderá optar por outros tipos de agentes clareadores e diferentes concentrações. Além disso, na técnica do clareamento caseiro supervisionado pelo dentista este agente clareador é colocado em uma moldeira personalizada, ou seja, confeccionada após a moldagem das arcadas dentárias do paciente.

Dessa forma, é indiscutível a melhor acomodação do material, sem que haja extravasamento do mesmo para a gengiva, o que poderá provocar irritações. Além disso, haverá menor deglutição do produto, maior contato do mesmo com o esmalte dental e a possibilidade de aplicação em todos os dentes, o que não pode ser comparado à adaptação promovida pelas fitas clareadoras, que apresentam tamanho único para acomodação nos mais variados formatos e tamanhos nos dentes. As fitas clareadoras abrangem normalmente os dentes de canino a canino, ou seja, os seis dentes anteriores.

Os agentes clareadores têm como efeito adverso a sensibilidade dental durante o tratamento e esta sensibilidade varia de acordo com vários fatores que só um profissional qualificado poderá identificar para ajustar o tipo de técnica e a concentração do produto. É importante destacar que a ocorrência de extrema sensibilidade deve ser encarada com um alerta de agressão do agente clareador à polpa (tecido dentário responsável pela vascularização e inervação dentária).

Há ainda os casos de manchas mais severas que podem não responder aos agentes clareadores ou que demandem uma associação de técnicas de clareamento, para que tenhamos um resultado efetivo.

A literatura cientifica demonstra que as técnicas clareadoras são seguras e não promovem danos desde que sejam respeitadas questões como correta indicação e uso das mesmas. A autoaplicação sem supervisão profissional pode levar ao uso excessivo, pois se o produto é vendido livremente, uma pessoa desinformada poderá utilizá-lo rotineiramente.

Ainda que existam, de fato, estudos científicos avaliando a efetividade e a segurança do uso de fitas clareadoras, em todas estas pesquisas protocolos preliminares foram estabelecidos e o acompanhamento profissional foi imprescindível. A principal questão associada a toda essa discussão é: o que está em jogo não é a capacidade do produto em promover o clareamento, mas sim o risco da sua utilização sem a orientação e o acompanhamento profissional.

Esteja atento, o clareamento dental não é um procedimento cosmético, mas sim um procedimento da área da saúde. Consulte um dentista qualificado e tire todas as suas dúvidas.

O que são laminados “Lente de Contato”?

Atualmente, as facetas (recobrimento artificial da porção anterior dos dentes) confeccionada em cerâmica podem apresentar espessuras tão reduzidas (0,2 a 0,3mm) que passam a ser chamadas de “lentes de contato dentais” como uma analogia à espessura das lentes de contato oculares. A técnica demanda adequações ou no mínimo o desgastes do esmalte dental e corrige alterações sutis de forma e posicionamento, reabilitando ou harmonizando esteticamente o sorriso.

Os laminados “lente de contato”, quando comparados às facetas tradicionais e coroas totais (recobrimento artificial completo da porção dos dentes visível na boca), representam uma técnica que permite uma melhor conservação das estruturas dentárias. Todavia, há que se considerar que um pequeno preparo dental é requerido.

A técnica apresenta indicações bastante especificas: pessoas que apresentam espaços entre os dentes, superfícies do esmalte dentário com irregularidades, falta de volume dentário ou dentes com forma anatômica anômala. Adicionalmente, os dentes não devem apresentar alterações severas de cor e os pacientes não devem apresentar nenhum problema de oclusão ou disfunção da articulação têmporo-mandibular (ATM). Crianças e adolescentes também não devem ser submetidos à técnica, pois é preciso aguardar o término do crescimento facial.

Os laminados do tipo “lente de contato dental” têm grande capacidade de adesão ao dente, sendo fixados ao esmalte com o auxílio de um cimento resinoso. As pesquisas demonstram que, depois de fixadas, as  facetas adquirem resistência ao desgaste parecida com a do esmalte dental, apresentando durabilidade aproximada de dez anos.

Esta durabilidade estimada pelas pesquisas poderá ser maior ou menor, dependendo de fatores como a correta indicação e execução clínica, além dos cuidados e hábitos do paciente. Pacientes que fumam ou têm o hábito de ingerir com muita frequência bebidas como café, vinho tinto e chás, dentre outras que contenham quantidade significativa de corante, precisam estar atentos, pois, apesar de a cerâmica apresentar estabilidade de cor, tanto o dente quanto o cimento que cola a faceta aos dentes estão sujeitos a alterações de cor com o passar do tempo.

Assim, considero a técnica efetiva e com excelentes resultados, desde que haja uma correta indicação, a qual é normalmente bastante específica e apresenta algumas restrições. Além disso, é importante considerar que, mesmo sendo uma técnica minimamente invasiva aos tecidos dentários sadios, é necessário algum tipo de adequação ou preparo do esmalte dental. Também há a possibilidade, a médio e longo prazo, de infiltração no cimento que é utilizado para a colagem das facetas. Outro fator a ser considerado é que a adesão ao esmalte é resistente e, se houver a necessidade de remoção do laminado, pode haver algum tipo de dano ao esmalte dental.

Consulte um especialista em dentística para que seja avaliado se há indicação para confecção dos laminados tipo “lentes de contato” e, em caso de indicação, que possam ser discutidos os prós e contras da técnica.

 


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Não existem evidências científicas que determinem riscos ou a segurança do uso dos agentes clareadores, seja pela técnica caseira ou de consultório, durante a gravidez. Portanto, como não há evidências sobre a possibilidade dos peróxidos de hidrogênio e carbamida (agentes responsáveis pela ação clareadora) interferirem no desenvolvimento do bebê, não é recomendado que a grávida se submeta ao clareamento. Inclusive, não há recomendação também para o período em que a mamãe esteja amamentando, justamente pela mesma falta de evidências científicas que identifiquem riscos ou segurança no uso.

Sendo assim, se há suspeita de que a paciente esteja grávida, se está no período gestacional ou no período de amamentação, é prudente que não seja realizado qualquer método ou técnica de clareamento para que esteja assegurado o desenvolvimento saudável do bebê. Depois do período de amamentação, após avaliação profissional criteriosa. Durante estes períodos em que a mamãe não pode realizar o clareamento, é fundamental a manutenção da saúde bucal com visitas periódicas ao dentista, pois uma simples limpeza profissional (profilaxia) poderá ser suficiente para deixar o sorriso branquinho e sem manchas.

Esperamos que as informações aqui discutidas estejam sendo úteis. Ainda há tempo para enviar dúvidas ou até mesmo a sugestão de outros pontos ainda não abordados nesta série. Até a próxima!


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É comum no período da adolescência uma preocupação com a estética em geral, o que inclui o desejo de ter um sorriso com dentes brancos e bem alinhados. Neste contexto, surge o desejo de por clarear os dentes e os pais ou responsáveis podem ter algumas dúvidas:

A partir de quantos anos o clareamento é indicado?

O clareamento está indicado de forma segura a partir dos 15 anos de idade. A razão para este cuidado é que normalmente a polpa dentária (tecido responsável pela vascularização e inervação dos dentes) é mais volumosa por pacientes jovens. Assim, o agente clareador pode atingir mais facilmente este tecido e promover alterações de natureza inflamatória.

Qual a técnica de clareamento é mais apropriada nesta etapa da vida?

O clareamento caseiro supervisionado é a técnica indicada na adolescência, pois nela é possível a utilização das menores concentrações dos agentes clareadores, bem como regular os tempos de uso. Nesta técnica é feita uma moldagem dos dentes e sobre um modelo de gesso é confeccionada uma placa de acetato personalizada que o paciente utilizará diariamente com o gel clareador selecionado. O tempo total para obtenção do resultado completo é de aproximadamente 01 mês.

Há risco de danos aos dentes?

Desde que o clareamento dental esteja bem indicado e personalizado para as condições individuais de cada paciente, ou seja, sob acompanhamento profissional, trata-se de uma técnica segura e com eficácia comprovada cientificamente. Esta técnica não é definitiva, sendo necessária a manutenção ou o reclareamento, respeitando um intervalo mínimo de 01 ano e meio entre um clareamento e outro.


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